Velocidade de marcha, quedas e sua autoeficácia como modelos preditores de fragilidade

  • Atalaia-Silva L
  • Atalaia-Silva K
  • Banhato E
  • et al.
N/ACitations
Citations of this article
5Readers
Mendeley users who have this article in their library.

Abstract

Introdução: A fragilidade é uma síndrome que acomete idososmais vulneráveis, predispondo à incapacidade funcional e atéao óbito. O objetivo do presente trabalho foi investigar se omodelo composto por velocidade de marcha, número de quedase sua autoeficácia poderia explicar o desfecho fragilidadeem idosos. Materiais e Métodos: Foi realizado um estudo transversalem uma amostra de idosos da comunidade da cidadede Juiz de Fora (MG). Foram utilizados os instrumentos FallsEfficacy Scale International (FES-I); cálculo da velocidade demarcha e questionário sobre quedas. Resultados: A amostra foicomposta por 427 idosos, sendo 40 considerados frágeis pelofenótipo de fragilidade. O beta encontrado foi de 2,259 e todasas variáveis foram estatisticamente significativas (p<0,001). O Rde Nagelkerke foi de 0,468, indicando que o modelo, compostopor velocidade de marcha, FES-I e número de quedas, explica47% da variável dependente: fragilidade. Discussão: As variáveisanalisadas mostraram-se boas preditoras da síndrome dafragilidade. Com base nesses dados, poderão ser desenvolvidosmodelos de diagnóstico e cuidado para o idoso frágil (detecçãoprecoce e tratamento) e para o idoso não frágil (prevenção primária)com a utilização de instrumentos validados para o país,considerando que ainda não existem trabalhos dessa naturezae com essa abrangência na realidade brasileira. Conclusão:Velocidade de marcha, número de quedas e FES-I parecemser preditores importantes do desfecho fragilidade em umaamostra representativa de idosos comunitários.Descritores: Fragilidade; Marcha; Cognição; Acidentespor quedas.

Cite

CITATION STYLE

APA

Atalaia-Silva, L., Atalaia-Silva, K. C., Banhato, E. F. C., Guedes, D. V., Lourenço, R. A., & Mármora, C. H. C. (2019). Velocidade de marcha, quedas e sua autoeficácia como modelos preditores de fragilidade. Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, 17(2), 65–70. https://doi.org/10.12957/rhupe.2018.40862

Register to see more suggestions

Mendeley helps you to discover research relevant for your work.

Already have an account?

Save time finding and organizing research with Mendeley

Sign up for free