Abstract
A pandemia da doença de coronavírus (COVID-19) ocasionou a obrigatoriedade de virtualização da ação das instituições de ensino superior, o que ocasionou a instauração do ensino remoto. Em decorrência deste cenário atípico, as repentinas alterações exigiram adaptação imediata e compulsória por parte dos estudantes universitários, podendo predispor os futuros profissionais da área da saúde ao adoecimento mental. O presente artigo objetivou avaliar a prevalência de transtornos mentais comuns em acadêmicos da área da saúde e os indicadores de adaptação ao ensino remoto durante a pandemia da COVID-19. Como parte do método, realizou-se uma pesquisa transversal, com caráter exploratório e descritivo, com 211 acadêmicos (X ̅ = 24,4±6,8 anos) da área de saúde. Os achados revelam que os estudantes de Psicologia (45,9%) e Medicina (15,8%) apresentaram maiores níveis de transtornos mentais comuns em comparativo com os alunos das outras áreas, sendo ainda significativamente maior no sexo feminino (78,1%). Os resultados demostram que é necessário implementar projetos e ações voltadas para promoção de saúde mental nesses acadêmicos.
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Dantas Pereira, M., Dantas Pereira, M., Rodrigues Marques Dourado, M., Gonçalves Lopes, G. P., Soares Britto Neto, H., Tavares Costa, C. F., & Martin Dantas, E. H. (2022). Transtornos mentais comuns e adaptação ao ensino remoto em acadêmicos de saúde na pandemia COVID-19. Revista Educar Mais, 6, 530–542. https://doi.org/10.15536/reducarmais.6.2022.2835
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