Abstract
Na região Nordeste do Brasil, a farinha de mandioca é produzida em pequenos estabelecimentos denominados de “Casas de Farinha”, que apresentam problemas de adequação às exigências da legislação devido ao seu processamento e às precárias condições higiênico-sanitárias. O objetivo do trabalho foi avaliar a qualidade microbiológica de farinha de mandioca comercializada na região Sudoeste da Bahia. Cinco amostras de farinha de mandioca foram coletadas em cinco cidades do Sudoeste da Bahia: Anagé, Barra do Choça, Belo Campo , Porções e Vitória da Conquista. As amostras foram submetidas a análises de coliformes totais, coliformes termotolerantes, Escherichia coli , Bacillus cereus e Salmonella spp. Os métodos empregados foram baseados de acordo o preconizado pela Associação Americana de Saúde Pública. Duas amostras da cidade de Porções apresentaram contaminação acima do permitido para B. cereus e não houve contaminação por Salmonella spp. em farinha de mandioca produzidas nas unidades estudadas. Embora a contaminação microbiológica nas amostras analisadas tenha sido baixa, foi observada a presença de fungos filamentosos pertencentes aos gêneros Aspergillus sp. e Penicillium sp., os quais são caracterizados como potenciais produtores de micotoxinas.
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Souza, J. R., Figueiredo, R. M., & Santana, C. M. P. (2015). Qualidade Microbiológica da Farinha de Mandioca Comercializada na Região Sudoeste da Bahia. Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, 17(2), 117–123. https://doi.org/10.15871/1517-8595/rbpa.v17n2p117-123
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