A tradução de Zora Neale Hurston para o cânone antropológico: Práticas de extensão desde uma perspectiva feminista e interseccional

  • Echazú Böschemeier A
  • Cabanillas N
  • Fernandes Erickson S
  • et al.
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Abstract

Na nossa prática de pesquisa, ensino e extensão interligadas, nos valemos dos processos tradutórioscomo ferramenta para ampliar lugares de fala. Aqui discutimos os processos de leitura e tradução de alguns textos escolhidos de autoria de Zora Neale Hurston, antropóloga, ativista e artista afro-norte-americana dos anos 1930, que inspirou uma geração de pensadoras e escritoras negras vinculadas aos direitos humanos através da escrita de compilações folclóricas, ensaios autobiográficos, ficções etnográficas, contos, relatos e novelas. Nosso trabalho pretende contribuir para reivindicar o lugar de Hurston dentro das memórias da antropologia e da cultura. Na explicitação do processo tradutório, nos valemos das ferramentas teórico-metodológicas da interseccionalidade e da decolonialidade, questionando a solidez do cânone antropológico por meio da tradução cultural de vozes subalternizadas no diálogo entre espaços Sul-Sul.

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Echazú Böschemeier, A. G., Cabanillas, N., Fernandes Erickson, S. S., Dias Barbosa, V., Ferreira do Nascimento, F., Da Costa, M. T., & Cavalcanti Freire, F. (2020). A tradução de Zora Neale Hurston para o cânone antropológico: Práticas de extensão desde uma perspectiva feminista e interseccional. Mutatis Mutandis. Revista Latinoamericana de Traducción, 13(2), 228–254. https://doi.org/10.17533/udea.mut.v13n2a02

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