Abstract
Objetivos: Analisar as publicações sobre os riscos do manuseio excessivo em prematuros extremos, e sugerir formas de cuidados ao prematuro extremo que priorize o mínimo manuseio em detrimento de uma rotina estabelecida sem uma avaliação individualizada. Método: Pesquisa descritiva e exploratória, de abordagem qualitativa com revisão integrativa. Foram selecionados 15 artigos, que se subdividiram em duas categorias, assistência humanizada e o cuidado individualizado. Resultados: Os artigos estudados abordavam sobre à humanização e o vínculo mãe-bebê, na busca por um cuidado individualizado que minimizem as conseqüências advindas do tempo de internação relacionado com a prematuridade, mas não versam especificamente sobre o mínimo manuseio na assistência. Conclusão: A ausência de pesquisa nesta área específica configura-se uma lacuna na assistência que poderia reduzir inúmeros agravos ao prematuro extremo. As medidas simples mais essenciais, como um cuidado delicado com mínimo manuseio, respeitando o momento de cada recém-nascido deveriam ser objeto de mais estudos científicos.
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Marques, L. F., Ribeiro, R. V., Rocha, C. R., Carreiro, M. A., & Santiago, L. C. (2017). Care to the extreme premature: minimum handling and humanization Cuidado ao prematuro extremo: mínimo manuseio e humanização. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, 9(4), 926–630. https://doi.org/10.9789/2175-5361.2017.v9i4.926-630
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