Abstract
Centrado na questão da inserção social da loucura, o livro discute e analisa a questão da construção de representações sociais sobre a doença mental em uma pequena cidade no centro da França onde, desde 1900, uma instituição psiquiátrica aberta coloca os pacientes sob os cuidados de famílias locais. A autora busca entender de que forma a comunidade recebe e absorve os pacientes, como ela estabelece a relação com a alteridade radical da loucura, e como os processos representacionais funcionam em uma confrontação deste tipo.
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Paredes, E. C. (2006). Loucuras e representações sociais. Cadernos de Saúde Pública, 22(12), 2725–2727. https://doi.org/10.1590/s0102-311x2006001200024
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