Gênese "ateneísta" da história cultural latino-americana

  • Myers J
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Este trabalho analisa a formação de uma rede transnacional de intelectuais, os "ateneístas" - um grupo intelectual constituído originalmente no México em torno da dupla experiência do Ateneo de la Juventud e da participação nas diversas iniciativas culturais (em especial a criação da Universidade Nacional do México) promovidas pelos governos da Revolução Mexicana -, e seu papel nas origens da história cultural da América Latina. As trajetórias intelectuais de seus membros mais importantes - Pedro Henríquez Ureña e Alfonso Reyes - e que contribuíram para a formação de um circuito intelectual que vinculava entre si os campos intelectuais mexicano, argentino, espanhol e brasileiro, são examinadas com certo detalhe. O propósito do trabalho é duplo: de um lado, se propõe a explorar a relação entre a circulação internacional de idéias e as condições para a emergência de novas formações culturais no interior dos campos intelectuais nacionais; e, de outro, analisar o processo específico pelo qual tomou corpo - por meio da confluência entre obras específicas, de projetos editoriais, de instituições culturais e de intercâmbios ou contatos culturais entre os distintos países ibero-americanos - um discurso historiográfico com características novas na região. O período compreendido é o que vai aproximadamente de 1906 a 1960.

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Myers, J. (2005). Gênese “ateneísta” da história cultural latino-americana. Tempo Social, 17(1), 9–54. https://doi.org/10.1590/s0103-20702005000100002

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