Abstract
A síndrome do olho seco constitui freqüentemente, grande fonte de frustração, tanto para os pacientes, como para os oftalmologistas que, não raramente, são vencidos pela persistência dos sintomas, apesar dos esforços para sua abordagem diagnóstica e terapêutica. O tema adquire sua real importância quando nos defrontamos com o fato do "olho seco" ser uma das queixas mais comuns na prática oftalmológica. Os autores apresentam uma revisão de aspectos essenciais para a compreensão da moderna abordagem desta síndrome.
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Fridman, D., Freitag, M. M., Kleinert, F., & Lavinsky, J. (2004). Olho seco: conceitos, história natural e classificações. Arquivos Brasileiros de Oftalmologia, 67(1), 181–185. https://doi.org/10.1590/s0004-27492004000100033
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