Abstract
OBJETIVO Devido à elevada prevalência, a variedade nas formas de apresentação clínica e do impacto econômico, con- sequências do prejuízo na qualidade de vida e de gastos com investigação clínico-laboratorial, tem-se estimulado a realização de reuniões internacionais de consenso. Por outro lado, a conduta diagnóstica e terapêutica da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) tem variado de centro para centro, o que constitui importante fator para a busca de evidência científica sobre o assunto, motivando a reali- zação desta Diretriz, que procura responder a quatro ques- tões clínicas principais de tratamento não farmacológico da DRGE.
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Doença do refluxo gastroesofágico: tratamento não farmacológico. (2012). Revista Da Associação Médica Brasileira, 58(1), 18–24. https://doi.org/10.1590/s0104-42302012000100009
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