Abstract
Introdução: As redes sociais se tornaram ferramentas de uso significativo no cotidiano de toda a população, proporcionando entretenimento e acesso à informação de forma democrática. Nas últimas décadas, o aumento dos problemas relacionados à saúde mental tem sido notavelmente associado ao uso das mídias sociais. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2021), o uso da internet, principalmente através de dispositivos móveis, aumentou de 79,5% em 2019 para 84,7% em 2021. Essa tendência de crescimento é observada em todos os grupos etários com maior incidência nas crianças e adolescentes. Ademais, a pandemia do coronavírus resultou em altos índices de problemas relacionado à saúde mental, tais como transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), ansiedade, depressão entre outros, diante do quadro de confinamento que todos foram submetidos. Essa pesquisa demonstra a crescente preocupação com a saúde mental dos jovens na sociedade atual. No entanto, ainda são limitados os estudos que exploram a relação entre o uso das redes sociais e a saúde mental. Objetivo: Analisar se realmente há relação com o desenvolvimento de distúrbios da saúde mental correlacionado com o uso excessivo das redes sociais e quais seriam os mecanismos e mudança social na vida das pessoas. Métodos: Trata-se de um estudo realizado por meio de levantamento bibliográfico, segundo SOUZA; SILVA e CARVALHO, 2010. Será realizado uma revisão de artigos científicos publicados nos últimos 10 anos nas bases eletrônicas PubMed/Medline, SciELO. O PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses) foi utilizado para organizar os artigos relevantes.
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Ruggeri, H. B., Silva, H. P. da, & Tomazine, G. R. (2024). OS IMPACTOS DO USO DAS REDES SOCIAIS NA SAÚDE MENTAL DOS ADOLESCENTES: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. REVISTA FOCO, 17(12), e6426. https://doi.org/10.54751/revistafoco.v17n12-002
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