Abstract
Os artífices da arte e da cultura, tradicionalmente, têm sido avessos à adoção da tecnologia de Marketing. Ignorando o que Manoel Maria de Vasconcellos traduziu como o “espírito de Marketing”1 (“produzir o que vende ao invés de vender o que se produz”), queixam-se da falta de educação, da falta de público e da falta de recursos do Estado para suas atividades e, paradoxalmente, prostram-se diante do competente Marketing realizado pela indústria cultural, na sala ao lado. É preciso derrubar esse preconceito e, por características especiais de sua formação, os profissionais de Relações Públicas constituem-se em perfis talhados para essa tarefa.
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Machado Neto, M. M. (2006). Marketing para as artes: a evolução do conceito de Marketing cultural e a importância desse campo de atuação para o profissional de Relações Públicas. Organicom, 3(5), 108. https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2006.139994
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