Abstract
Esta pesquisa analisa a viabilidade de se relacionar pessoas surdas com práticas em ambientes naturais (“trekkings”). A estruturação destas trilhas ecológicas adaptadas como atividade orientada aos surdos contribuiu ao desenvolvi-mento de habilidades motoras e estimulação sensório-perceptiva. Resultados: práticas físicas regulares e contato com a natureza, muito restritos aos surdos; utilização da comunicação de sinais para resolução de tarefas motoras pelo grupo; intensificação das relações interpessoais e oportunidades de convívio social, reforçando assim a inclusão e participação sociocultural, dentre elas o acesso ao lazer e ecoturismo.
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Venditti Jr, R., & De Araújo, P. F. (2008). TRILHAS ECOLÓGICAS COM ORIENTAÇÃO PARA PESSOAS SURDAS. Pensar a Prática, 11(3). https://doi.org/10.5216/rpp.v11i3.3601
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