Abstract
Foram analisadas amostras de águas de abastecimento público da região de Campinas, localizada no estado de São Paulo, entre os anos de 1991 e1999, procedentes da rede pública de abastecimento (água tratada, 90%), de poços e de nascentes (água não tratada, 10%). Das 8174 (90%) amostras de água analisadas que sofreram tratamento convencional, 41% estavam em desacordo com a legislação vigente. Das 519 (6%) amostras provenientes de nascentes, o índice de condenação foi de 14%, e das 385 (4%) de poços, 7,1% em desacordo.Os parâmetros físico-químicos avaliados foram: cor, turbidez, pH, dureza total, cloro residual, nitratos, ferro, sulfatos, cloretos, sólidos totais dissolvidos e fluoretos. A maioria das amostras estava em desacordo com a legislação vigente devido ao teor de fluoreto (59%). A condenação pelo cloro residual aparece em segundo lugar (29%). A partir dos resultados obtidos, concluiu-se que o monitoramento sistemático das águas de abastecimento público proposto pelo Programa PRÓ-ÁGUA é bastante importante como medida de saúde pública. Os parâmetros atualmente contemplados neste programa são adequados para a garantia da qualidade das águas de abastecimento, porém verificou-se que é importante que se avalie os resultados de análises físico-químicas realizadas anteriormente, para que o controle da qualidade das águas de consumo...
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Freitas, V. P. S., Brígido, B. M., Badolato, M. I. C., & Alaburda, J. (2002). Padrão físico-químico da água de abastecimento público da região de Campinas. Revista Do Instituto Adolfo Lutz, 61(1), 51–8. https://doi.org/10.53393/rial.2002.61.35018
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