Abstract
A autoimagem corporal consiste na representação mental sobre seu próprio corpo e que, quando de difere da idealizada, gera insatisfação. Considerando os padrões de beleza ideal estabelecidos pela mídia, frequentemente indivíduos sofrem de uma insatisfação excessiva, o que pode levar a distorção da autoimagem e transtornos alimentares. Diante disso, o presente estudo buscou realizar um panorama sobre a influência das mídias sociais na autoimagem corporal e na ocorrência de transtornos alimentares, destacando o papel do nutricionista nesses casos. Pode-se observar que as mídias sociais possuem impacto direto na insatisfação corporal, repassando o corpo magro como sinônimo de status, sucesso e sensualidade, com maior destaque para as redes sociais. Nesse cenário, as mais atingidas são as mulheres, principalmente as adolescentes, que passam por mudanças corporais nesse período, ficam mais expostas as mídias e são mais influenciáveis. Casos de transtornos alimentares, como anorexia e bulimia nervosa, podem ser desenvolvidos e constantemente são acompanhados por uma autoimagem distorcida. Por fim, foi possível identificar que o nutricionista, dentro de uma equipe multidisciplinar de tratamento, possui papel fundamental, pois pode atuar tanto no diagnóstico, ao verificar alterações, quanto no tratamento em si, através da reeducação alimentar e outras metodologias, sendo essencial o conhecimento específico do tema.
Cite
CITATION STYLE
Gomes, G. da S. C. R., Paula, N. da S. de, Castro, S. M. G. de, Souza, A. M. de, Souza, H. L. S. de, Martins, A. L. da S., & Mallet, A. C. T. (2021). Transtornos alimentares e a influência das mídias sociais na autoimagem corporal: um olhar sobre o papel do nutricionista. Research, Society and Development, 10(16), e191101623277. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i16.23277
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