Abstract
A relação maléfica entre hipertensão arterial sistêmica (HAS) e dislipidemia torna-se explícita a partir da análise da progressão dessas comorbidades simultaneamente, agravando diretamente o risco cardiovascular. Se observa o aumento de espécies reativas do oxigênio gerando estresse oxidativo, a diminuição da biodisponibilidade de óxido nítrico promovendo disfunção endotelial, maior concentração de moléculas LDL oxidadas o que resulta na progressão de eventos ateroscleróticos. Somado a isto, se percebe que o tratamento em conjunto das duas doenças é mais eficaz quando comparado ao tratamento de cada uma delas isoladamente, demonstrando o efeito sinérgico do tratamento em conjunto. Concluindo então, que as comorbidades estão intimamente relacionadas e agravam o estado geral do paciente.
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Pacheco, J. V. (2020). DISLIPIDEMIA E HIPERTENSÃO ARTERIAL. UMA RELAÇÃO NEFASTA. Revista Brasileira de Hipertensão, 27(2), 64–67. https://doi.org/10.47870/1519-7522/2020270264-7
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