Abstract
O artigo procura discutir até que ponto a categoria teórica lugar de memória seria eficiente para tratar da relação meios de comunicação e história. Num segundo momento, para mostrar como os meios de comunicação procuram um lugar na história e não na memória, analisa-se algumas narrativas construídas em torno do acontecimento memorável Abolição da Escravatura, em 1888, mostrando a interdição ao testemunho dos escravos, produzindo camadas de esquecimento em relação a esses atores fundamentais da história do Brasil .
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Barbosa, M. (2016). Meios de Comunicação: lugar de memória ou na história? Revista Contracampo, 35(1), 06–26. https://doi.org/10.22409/contracampo.v35i1.802
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