Abstract
Experiências que se vinculam a gênero e sexualidade são vivenciadas por crianças pequenas quando sobre elas já são constituídas expectativas com relação às suas identidades sexuais e de gênero. A partir das contribuições dos Estudos Culturais e dos Estudos de Gênero, de viés pós-estruturalista, o presente artigo tem como principais objetivos: 1) problematizar a forma como as questões de gênero e sexualidade sãocolocadas em políticas curriculares propostas para a Educação Infantil; 2) discutir o modo como professoras percebem o trabalho com essas questões na escola. Os resultados mostraram que, de algumas décadas para cá, tem havido a inserção das temáticas de gênero e sexualidade em políticas públicas e curriculares, mas ainda de modo incipiente. Além disso, apontaram para a necessidade de haver um maior investimento na formação de quem atua na Educação Infantil para que efetivamentehaja a promoção de práticas educativas não discriminatórias.
Cite
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Carvalho, R. S. de, & Guizzo, B. S. (2016). POLÍTICAS CURRICULARES DE EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PARA AS INTERFACES ENTRE GÊNERO, SEXUALIDADE E ESCOLA. Revista Da FAEEBA - Educação e Contemporaneidade, 25(45). https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.v25.n45.2294
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