Abstract
RESUMO O goalball é uma modalidade coletiva criada para pessoas com deficiência visual e baseada no tato e na audição. Partindo das contribuições das teorias sistêmicas, e entendendo as equipes e o jogo como sistemas, objetivamos interpretar os padrões e processos auto-organizacionais da modalidade. Para tal, observamos vinte jogos das Paralimpíadas de 2008. Distinguimos o ciclo auto-organizacional das equipes, um processo recursivo atrator de suas configurações. O histórico das relações entre as dimensões opostas das equipes representa o jogo. Cessada a interação cessa o jogo, permanecendo seu registro, que atuará recursivamente nas futuras preparações das equipes, oportunizando novos processos geradores de novos produtos, num interminável ciclo cuja causa e efeito, processo e produto se interligam. PALAVRAS-CHAVE: Goalball; esportes coletivos; teoria de sistemas; auto-organização.
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Morato, M. P., Gomes, M. S. P., & Almeida, J. J. G. de. (2012). Os processos auto-organizacionais do goalball. Revista Brasileira de Ciências Do Esporte, 34(3), 741–760. https://doi.org/10.1590/s0101-32892012000300015
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