Abstract
O fenômeno do prolongamento da vida está acontecendo no mundo todo e chamam a atenção dos cientistas sociais, demógrafos e gerontólogos. Um dos objetivos da gerontologia é caracterizar as condições que permitem um envelhecimento saudável dos pontos de vista físico, psicológico e social. A satisfação na velhice é um indicador clássico de bem estar subjetivo (Diener e Suh, 1997) e a inteligência emocional (Goleman, 1996), de competência psicossocial na vida adulta. Buscar relações entre dois construtos é objetivo de maior relevância, num mundo em que se valoriza cada vez mais os padrões de velhice normal e velhice ótima. Neste trabalho pretendemos identificar e descrever relações entre os construtos de inteligência emocional e bem estar subjetivo em idosos. A pesquisa será realizada com uma amostra composta por 100 sujeitos idosos (65 a 70 anos), metade serão homens e metade, mulheres. Serão utilizados os seguintes instrumentos: a) Roteiro de entrevista; b) Escala de bem estar psicológico (Neri, 1998); Medida de inteligência emocional (Siqueira, Barbosa e Alves, 1998). Os dados serão submetidos às análises estatísticas com provas univariadas e multivariadas, com o objetivo de caracterizar o desempenho dos participantes nos dois instrumentos e de avaliar as características psicrométricas dos mesmos, frente à amostra estudada. (AU)
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Queroz, N. C., & Neri, A. L. (2005). Bem-estar psicológico e inteligência emocional entre homens e mulheres na meia-idade e na velhice. Psicologia: Reflexão e Crítica, 18(2), 292–299. https://doi.org/10.1590/s0102-79722005000200018
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