Abstract
seu estudo de acompanhamento de crianças de 2 anos de idade indicadas para diagnóstico de autismo, que a CARS tem a tendência de diagnosticar autismo excessivamente em crianças com deficiências cognitivas aos dois anos de idade, mas menos aos três anos. Outra fraqueza da CARS é sua dis-criminação pouco confiável entre crianças pequenas com autismo e crianças com idade mental equivalente que sofrem de outros transtornos, especialmente limitações lingüísticas 9 . O trabalho de Pereira et al. 7 é um modelo de como adap-tar um teste que já possui alta aceitação a uma nova cultura, e esperamos que os leitores de outros países sigam o exem-plo. Também esperamos que a comunidade internacional de estudiosos aceite os futuros estudos clínicos e experimentais brasileiros sobre autismo que usarem a CARS local como parte do processo diagnóstico. É importante, no entanto, que não apenas os casos óbvios sejam diagnosticados com a ferra-menta, mas também os casos mais controversos, especial-mente crianças levemente afetadas para as quais a intervenção precoce pode representar a diferença entre a capacidade de se adaptar e funcionar no mundo real e uma vida cara e dependente. A CARS não atenderá todas as neces-sidades dessas crianças, mas é claramente um primeiro passo realista e importante nessa direção para o Brasil.
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Weiss, S. T. (2008). Asma nas etapas iniciais da vida: a hipótese da higiene está correta? Jornal de Pediatria, 84(6), 475–476. https://doi.org/10.1590/s0021-75572008000700002
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