Normas para figuras do corpus de Snodgrass e Vanderwart (1980)

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Resumo Neste artigo, apresentamos normas adaptadas para Portugal para um sub-conjunto (n=219) de figuras do corpus de Snodgrass e Vanderwart (1980). As dimensões consideradas foram: familiaridade, valor para o percepiente, ambiguidade visual, idade de aquisição, tamanho real, manipulabilidade e movimento característico. Palavras-chave: Figuras, Normas, Snodgrass, Vanderwart. Introdução Na investigação experimental em Psicologia, são inúmeros os trabalhos em que se utilizam figuras como estímulos. Uma parte destes trabalhos tem como interesse principal o processamento específico de figuras quer no âmbito dos processos de reconhecimento visual (ver, por exemplo, Roth & Bruce, 1995), quer no âmbito da comparação entre o processamento de palavras e de figuras (por exemplo, Shepard, 1967; Standing, 1973). Esta última questão de investigação relaciona-se directamente com a discussão sobre a existência de sistemas de representação distintos para estímulos verbais e não verbais (Paivio, 1971, 1986), discussão essa que tem vindo a ser revitalizada a partir da tentativa de explicação do padrão de desempenho de doentes com défices categoriais específicos (ver Ventura, 2000, para uma revisão). As figuras são também amplamente utilizadas para estudar questões que não se prendem directamente com o seu processamento: por exemplo, considere-se o paradigma de nomeação de figuras e a sua utilização para o estudo dos processos de produção da palavra falada (Segui & Ferrand, 2000). Quando se utilizam figuras numa investigação experimental, é indispensável tomar em consideração um conjunto de factores inerentes à figura e que poderão influenciar o desempenho em tarefas que a envolvam. Um dos corpus de figuras mais utilizado é o de Snodgrass e Vanderwart

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Ventura, P. (2013). Normas para figuras do corpus de Snodgrass e Vanderwart (1980). Laboratório de Psicologia, 1(1). https://doi.org/10.14417/lp.769

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