Abstract
O trabalho afigura-se como determinante para a saúde psicológica e o bem-estar (Blustein, 2008). Contudo, a actual estrutura do mercado de trabalho é complexa, imprevisível e instável, sendo necessário repensar o significado do trabalho na existência humana. O presente artigo incide, na primeira parte sobre os diferentes tipos de transição (voluntária vs. involuntária), e a diversidade de modos de reacção face ao desemprego, e na segunda parte, são apresentadas algumas estratégias de intervenção, no âmbito do aconselhamento de carreira, concebidas como uma (possível) resposta às mudanças que ocorrem ao nível do emprego.
Cite
CITATION STYLE
Santos, E. J. R., Ferreira, J. A., Albuquerque, C. P., Almeida, H. N., Mendonça, M. C., Silva, C. S., & Almeida, J. G. (2010). Desemprego: experiências de transição. Psychologica, (52–II), 35–44. https://doi.org/10.14195/1647-8606_52-2_2
Register to see more suggestions
Mendeley helps you to discover research relevant for your work.