Abstract
Summary A growing body of scientific studies has demonstrated a consistently positive association between religious-spiritual (R/S) involvement and beneficial effects on physical health, culminating with increased longevity. This protective effect on the mortality risk is not only statistically significant but also clinically relevant. The mechanisms involved in this association include psycho-neuro-endocrine-immune pathways, greater adherence to healthy behaviors and diverse social factors. Public health strategies could better explore this association. This can be done on an individual (health professionals adopting simple measures) or institutional scale (health institutions joining religious organizations). Some evidence suggests that the benefits of R/S to health and longevity would be more present in populations from more religious regions. In this sense, the Americas (Latin and North) are privileged places for the exploration of this association, compared to regions where there is certain indifference about R/S practices. Exploring this interface can improve the supply and usage of health care, especially for marginalized populations. To achieve this, health professionals, religious leaders and policy makers need to work together.Resumo Um corpo crescente de estudos científicos tem demonstrado uma associação positiva consistente entre envolvimento religioso-espiritual (R/E) e efeitos benéficos sobre a saúde física, culminando com aumento da longevidade. Esse efeito protetor sobre o risco de mortalidade é não apenas estatisticamente significante, mas também clinicamente relevante. Os mecanismos envolvidos nessa associação incluem vias psico-neuro-imuno-endocrinológicas, maior adesão a comportamentos saudáveis e diversos fatores sociais. Estratégias de saúde pública poderiam explorar melhor essa associação. Isso pode ser feito em uma escala individual (profissionais de saúde adotando medidas simples) ou institucional (instituições de saúde se associando a organizações religiosas). Algumas evidências sugerem que os benefícios da R/E para a saúde e a longevidade seriam mais presentes em populações de regiões mais religiosas. Nesse sentido, as Américas (Latina e do Norte) são lugares privilegiados para a exploração dessa associação, em comparação com regiões onde predomine certa indiferença sobre práticas R/E. Explorar essa interface pode melhorar a oferta e a utilização de cuidados de saúde, especialmente para as populações marginalizadas. Para isso, é preciso que profissionais de saúde, líderes religiosos e decisores políticos trabalhem em conjunto.
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Saad, M., & Medeiros, R. de. (2017). Implications for public health of the religiosity-longevity relation. Revista Da Associação Médica Brasileira, 63(10), 837–841. https://doi.org/10.1590/1806-9282.63.10.837
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