Abstract
O artigo busca correlacionar os livros de estréia da primeira geração de modernistas em São Paulo às experiências sociais desses letrados, com ênfase no impacto exercido pelas circunstâncias de crise e mudança que afetaram de perto a trajetória de suas famílias, pela formação escolar e universitária, bem como pelas oportunidades de iniciativa e de investimento nos diversos gêneros e frentes da atividade intelectual e artística, num momento estratégico de definição de seus projetos intelectuais como autores, prensados entre veleidades criativas, impulsos doutrinários, aventuras amorosas e a prestação de serviços políticos e culturais aos dirigentes oligárquicos.
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Miceli, S. (2004). Experiência social e imaginário literário nos livros de estréia dos modernistas em São Paulo. Tempo Social, 16(1), 167–207. https://doi.org/10.1590/s0103-20702004000100010
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