Quando introduzir o tratamento farmacológico na pré-eclâmpsia

  • Da Silva S
  • Louback B
  • Monteiro D
  • et al.
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Abstract

Artigo de revisão Resumo Sabe-se que cerca de 10% das gestações cursam com hipertensão arterial, o que representa a primeira causa de mortalidade materna no Brasil. A pré-eclâmpsia é condição sistêmica que se manifesta clinicamente com o aparecimento de hipertensão arterial após a 20ª semana de gestação, em mulheres previamente normotensas, associada à proteinúria. Não há consenso na literatura sobre a conduta farmacológica mais adequada e tampouco se há vantagens em usar fármacos anti-hipertensivos nos casos de pré-eclâmpsia. Sendo assim, este artigo busca reunir informações de pesquisa em bancos de dados, como Cochrane Library, Medline (por meio do PubMed), Google Acadêmico e SciELO, a fim de revisar a conduta proposta atualmente para o tratamento antihipertensivo de manutenção da pré-eclâmpsia. As mais usadas são aquelas que não trazem riscos ao binômio maternofetal ou seus riscos são mínimos, como a hidralazina, nifedipina, alfametildopa e labetalol. Contudo, concluímos que não há conduta-padrão e, sendo assim, a escolha do medicamento vai depender da experiência de cada obstetra e da rotina adotada para aquele serviço.

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Da Silva, S. D., Louback, B. A., Monteiro, D. L. M., Trajano, A. J. B., & De Jesús, N. R. (2015). Quando introduzir o tratamento farmacológico na pré-eclâmpsia. Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, 14(2). https://doi.org/10.12957/rhupe.2015.19240

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