Abstract
A rinite alérgica (RA) é uma inflamação comum da mucosa nasal com causas ambientais - como pólens, ácaros e exposição a alérgenos. Caracterizada por sintomas como congestão, prurido nasal, espirros e rinorréia, a RA resulta de respostas de hipersensibilidade mediadas por IgE. Além disso, estima-se que afete cerca de 30-40% dos adultos e 40% das crianças, com prevalência aumentando desde 1990 e sintomas frequentemente desenvolvendo antes dos 20 anos. Outrossim, fatores de risco incluem genética, exposição a alérgenos, tabagismo, dieta restrita e poluição; o diagnóstico depende de anamnese, exame físico e testes cutâneos de alérgeno e os sintomas típicos incluem congestão, prurido e rinorreia, muitas vezes exacerbados por mudanças sazonais. O exame físico pode revelar sibilos, rinorreia, inchaço da mucosa nasal e outros sinais. O tratamento envolve prevenção de alérgenos, medicamentos de alívio, anti-inflamatórios e imunoterapia específica. Ademais, a pandemia de COVID-19 afetou o diagnóstico e atendimento da RA devido a sobreposição de alguns sintomas entre ambas as doenças. Todavia, a RA apresenta sintomas específicos como coceira e conjuntivite, em contraste com a COVID-19. Ademais, pacientes com RA não parecem ter risco elevado de complicações graves da COVID-19 e novos estudos continuam a explorar essa relação.
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Rejaili, G. F. A., Caldeira, L. B., Piccini, A. P., Spada, A. L. D., Damasceno, H. I., Bozutti, I. G., … Araujo, J. V. G. (2023). Rinite alérgica - aspectos epidemiológicos, fisiopatológicos e manejo terapêutico. Brazilian Journal of Health Review, 6(4), 18620–18630. https://doi.org/10.34119/bjhrv6n4-358
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