Abstract
Analisa as narrativas construídas pelo Poder Judiciário, sobre a atuação dessa instituição durante o regime autoritário de 1964-1985. Utiliza fontes primárias, coletadas nos memoriais da justiça comum. Constata que a narrativa oficial não tece considerações sobre a legalidade autoritária, nem sobre a ruptura democrática. Sugere que a memória institucional comunica mais sobre o judiciário na atual democracia brasileira, do que sobre o passado. Palavras-chave:
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Schinke, V. D. (2017). A história que nos contam: a memória do judiciário sobre o regime autoritário / Authoritarianism and judiciary: the institutional memory on the authoritarian regime. Revista Direito e Práxis, 8(2). https://doi.org/10.12957/dep.2017.23011
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