“BEM VIVER”: ENTRE O “DESENVOLVIMENTO” E A “DES/COLONIALIDADE” DO PODER

  • Quijano Obregón A
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O que aqui proponho é abrir uma questão importante de nosso crucial período histórico: o Bem Viver, para ser uma realização histórica efetiva, não pode ser um complexo de práticas sociais orientadas à produção e à reprodução democrática de uma sociedade democrática, outro modo de existência social, com seu próprio e específico horizonte histórico de sentido radicalmente alternativos à “Colonialidade” Global do Poder e à “Colonialidade”/Modernidade/Eurocentrada. Este padrão de poder é ainda hoje mundialmente hegemônico, mas também em seu momento de mais profunda e enraizada crise, desde sua constituição, há pouco mais de quinhentos anos. Nestas condições, Bem Viver, hoje, só pode ter sentido como uma existência social alternativa, como uma “Des/Colonidade” do Poder.

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Quijano Obregón, A. (2013). “BEM VIVER”: ENTRE O “DESENVOLVIMENTO” E A “DES/COLONIALIDADE” DO PODER. Revista Da Faculdade de Direito Da UFG, 37(01), 46. https://doi.org/10.5216/rfd.v37i01.31763

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