Comércio eletrônico: mais evolução, menos revolução

  • Luiz Albertin A
  • Moura R
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Abstract

regra, a revolução deve ser baseada em um processo consistente de evolução para que tenha, de fato, sucesso e possa sustentar-se. Assim, apesar do ceticismo que argumenta que o comércio eletrônico não revo-luciona, as empresas de fato já estão fazendo a evolução que servirá de base para a revolução – que ocorrerá quando, enfim, o ambiente empresa-rial começar a aplicar as mudanças possíveis e a generalizar seus efeitos. Mercado Brasileiro, tanto nas transações negócio-a-negócio como naquelas negócio-a-consumidor, ain-da que tenha ficado abaixo das esti-mativas de edições anteriores da pes-quisa. O crescimento das transações entre empresas é maior, apresentan-do um volume significativamente mais elevado. Essa relação tende a permanecer no ambiente de CE. O valor atualmente transaciona-do no CE representa aproximada-mente 1,18% do valor do mercado total de negócio-a-negócio, e 0,35% do mercado negócio-a-consumidor. Os índices podem ser considerados pequenos somente se analisados de forma isolada. Uma análise integra-da com o tempo de existência de tal ambiente, suas evoluções e tendên-cias, os gastos e investimentos que estão sendo realizados etc., permi-te concluir que esses índices con-firmam o progresso do CE e que sua

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Luiz Albertin, A., & Moura, R. M. de. (2002). Comércio eletrônico: mais evolução, menos revolução. Revista de Administração de Empresas, 42(3), 1–4. https://doi.org/10.1590/s0034-75902002000300011

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