Abstract
Resumo O livro de Jonathan Crary faz uma crítica à lógica de funcionamento contínuo do capitalismo contemporâneo, que tem colonizado os modos de percepção e experiência do homem. O sono é apontado como signo de resistência ao fundamentalismo mercantil, por ser a possibilidade de fissurar as temporalidades homogêneas com as quais os ciclos de produção e consumo regulam nossas vidas.Abstract Jonathan Crary's book criticizes the continuous operation of the logic of contemporary capitalism, which has been colonizing the modes of human perception and experience. The sleep is pointed out as a resistance sign to the market fundamentalism, being able to crack the homogeneous temporality of the production and consumption cycles that regulate our lives.
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Raquel, F. (2016). Dormir, talvez sonhar: temporalidade, percepção e resistência. Galáxia (São Paulo), (32), 201–205. https://doi.org/10.1590/1982-25542016202
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