A Biblioteca Alexandrina em Atividades Problematizadoras no Ensino de Física

  • Azevedo J
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O estudo da Astronomia no Ensino Médio, em um curso de Física, se dá, em geral, no 1° Ano e como um tópico inserido em Mecânica. A maioria dos livros didáticos procuram abordar, principalmente, as três leis de Kepler (1571-1630), a gravitação universal de Newton (1643-1727) e um breve estudo sobre campo gravitacional. Este artigo, através de fontes secundárias, buscou abordar aspectos históricos da Astronomia dos gregos antigos, discorrendo sobre personagens importantes como Eratóstenes de Cirene (276-196 a.C.) e sua experiência na determinação da circunferência da Terra, ao qual é dedicada uma seção do artigo. O papel relevante da Biblioteca de Alexandria na concentração da cultura científica no mundo antigo também ganha uma seção neste trabalho na qual é discutida, considerando seus objetivos dominadores sobre outras culturas e povos da época, o acesso negado do conteúdo da biblioteca alexandrina às camadas populares e, por consequência, intensificação do controle sobre as mesmas. Por último, e explorando recursos tecnológicos simples como os audiovisuais, é elaborado um conjunto de duas atividades problematizadoras para o ensino-aprendizagem desses recortes históricos que possibilita uma comunicação interdisciplinar entre Física, Astronomia, História e Filosofia, com ênfase nas contribuições dos gregos antigos, muito embora tais atividades não percam seu lastro com as demandas da atualidade que exigem, diante dos ataques de setores ultraconservadores no âmbito da educação pública brasileira (negacionismo, terraplanismo, homeschooling, Escola sem Partido, entre outros), um ensino de Física crítico, transformador e elencado com o futuro.

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Azevedo, J. S. (2023). A Biblioteca Alexandrina em Atividades Problematizadoras no Ensino de Física. Revista Insignare Scientia - RIS, 6(4), 156–175. https://doi.org/10.36661/2595-4520.2023v6n4.13166

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