Trabalho e qualidade de vida dos terapeutas ocupacionais: estudo de uma amostra brasileira

  • Emmel M
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Abstract

O trabalho pode ser entendido como uma atividade que dá suporte para o resgate da espontaneidade e da expressão criativa, mas, ao mesmo tempo em que pode gerar satisfação, é também um locus de tensões. Outras dimensões, além do trabalho, são essenciais à qualidade de vida e entendidas como fontes de equilíbrio para o ser humano. A investigação aqui proposta teve por objetivo realizar um estudo exploratório sobre a percepção de 27 terapeutas ocupacionais, professores em universidades brasileiras, a respeito de suas atividades cotidianas. A coleta de dados foi realizada por meio da aplicação e da análise de dois instrumentos: um questionário autoaplicável e uma vivência de atividades. Os resultados forneceram elementos que permitiram compreender melhor o cotidiano dos terapeutas ocupacionais da amostra estudada, bem como o significado da atividade profissional para eles. Os resultaram mostraram um perfil de indivíduos preocupados com a sua qualidade de vida, apontando estratégias de equilíbrio entre as atividades do trabalho e as atividades fora dele. A família é citada como suporte importante para a boa qualidade de vida dos participantes. Algumas diferenças marcantes apareceram nos ciclos de atividades realizadas durante a semana e aquelas nos finais de semana, sendo que as últimas

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Emmel, M. L. G. (2012). Trabalho e qualidade de vida dos terapeutas ocupacionais: estudo de uma amostra brasileira. Cadernos de Terapia Ocupacional Da UFSCar, 20(1), 55–63. https://doi.org/10.4322/cto.2012.006

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