Usar ou não usar rubricas? um olhar para as práticas avaliativas a partir dos desempenhos discentes

  • Blass L
  • Brasil Irala V
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Abstract

O objetivo do artigo é relatar o desenvolvimento das práticas avaliativas adotadas como estratégias docentes ao longo de um conjunto de seis semestres letivos, nos quais três deles foram caracterizados pelo uso de rubricas e três deles não, em uma disciplina de Cálculo Numérico ministrada pelo mesmo professor a diferentes cursos de graduação. A metodologia adotada é mista (quanti-quali), com predominância do viés quantitativo e foco na intervenção pedagógica (DAMIANI et al., 2013). Ao todo, foram analisados desempenhos de 305 alunos. Os dados foram tratados por meio da Estatística Descritiva e foi realizado o teste não-paramétrico de Kruskal-Wallis, no qual se constatou diferença nos desempenhos entre os semestres com e sem adoção de rubricas. O pos hoc identificou que apenas o semestre 2017.2 (sem rubricas) não diferiu do semestre 2019.1 (com rubricas). Conclui-se, de forma geral, que os resultados se mostraram favoráveis à adoção de rubricas na avaliação discente.

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Blass, L., & Brasil Irala, V. (2021). Usar ou não usar rubricas? um olhar para as práticas avaliativas a partir dos desempenhos discentes. Revista Insignare Scientia - RIS, 4(4), 203–226. https://doi.org/10.36661/2595-4520.2021v4i4.11757

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