Abstract
A seção Sedimentar da chamada fase pós-rifte na bacia de Santos, Brasil, é constituída pelas formações Barra Velha e Ariri. A formação Barra Velha, composta essencialmente por carbonatos interpretados como microbiais e que é o principal reservatório para hidrocarbonetos no play pré-sal, é o objeto de pesquisa deste trabalho. Durante a tafrogenia cretácea da porção oeste do supercontinente Gondwana que culminou com sua ruptura e a geração dos continentes Sulamericano e Africano a bacia de Santos, inserida neste contexto, foi submetida a processos tectonofísicos que definiram três fases de evolução tectônica e estratigráfica bem distintas: estiramento litosférico, afinamento litosférico e exumação do manto. A formação Barra Velha foi depositada na fase de afinamento litosférico em um contexto tectônico misto que combinou subsidência termal generalizada da bacia com subsidência mecânica localizada devido a algumas falhas da fase rifte permanecerem ativas durante toda a chamada fase pós-rifte.
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RIBEIRO DA SILVA, S. F. C., FIGUEIREDO, J. de J. P. de, COELHO, P. H., & BORGHI, L. (2021). EVOLUÇÃO TECTONOESTRATIGRÁFICA DA FORMAÇÃO BARRA VELHA NA ÁREA DOS CAMPOS DE LAPA E SAPINHOÁ, BACIA DE SANTOS – BRASIL. Geosciences = Geociências, 40(1), 55–69. https://doi.org/10.5016/geociencias.v40i1.14679
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