Abstract
Apesar dos avanços no tratamento oncológico, o câncer permanece uma doença grave e debilitante, com tratamentos que deixam sequelas físicas e emocionais. A medicina integrativa surgiu como uma abordagem para fornecer um cuidado mais abrangente e centrado no paciente. Oficialmente reconhecida em 1962 e fortalecida por parcerias internacionais, como a American Society of Clinical Oncology (ASCO), a medicina integrativa combina terapias convencionais e práticas complementares baseadas em evidências. Ela enfatiza a relação médico-paciente, o autocuidado e estilos de vida saudáveis, visando melhorar a qualidade de vida e os resultados clínicos. Nos Estados Unidos, mais de 50 hospitais adotam essa abordagem, integrando práticas como yoga, meditação, nutrição e acupuntura no manejo de sintomas comuns do câncer, como fadiga, dor, ansiedade e depressão. A medicina integrativa não substitui o tratamento convencional, mas oferece um suporte adicional, promovendo um atendimento mais completo e humanizado.
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Chagas, S. R. P. (2024). Medicina Integrativa no Tratamento Oncológico. Revista Brasileira de Cancerologia, 70(3). https://doi.org/10.32635/2176-9745.rbc.2024v70n3.4841
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