Abstract
Objetivo: refletir sobre as condições objetivas do trabalho, identificadas no perfil sóciodemográfico das enfermeiras obstétricas, que atuam no Sistema Único de Saúde. Metodologia: estudo descritivo, quantitativo, realizado com 15 enfermeiras obstétricas, em 2016, no Rio de Janeiro. Os dados foram coletados por entrevistas e submetidos à análise estatística simples. Estudo apreciado e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa. Resultados: as relações laborais, os salários, o quantitativo de vínculos e a jornada de trabalho das enfermeiras obstétricas, ao serem analisadas de forma associada, apontaram para a precarização do trabalho no serviço público. Conclusão: frente ao avanço da lógica capitalista no Sistema Único de Saúde, é necessário que as enfermeiras obstétricas fortaleçam sua unidade de classe a fim de elaborar estratégias para o enfrentamento dessas condições que deterioram seu processo de trabalho, com grande potencial para comprometer sua saúde e o cuidado às mulheres.
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Progianti, J. M., Moreira, N. J. M. de P., Prata, J. A., Vieira, M. L. C., Almeida, T. A., & Vargens, O. M. da C. (2018). Precarização do trabalho da enfermeira obstétrica. Revista Enfermagem UERJ, 26, e33846. https://doi.org/10.12957/reuerj.2018.33846
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