Abstract
http://dx.doi.org/10.5007/1984-9222.2014v7n13p11O artigo analisa os discursos sobre a tuberculose que foram articulados desde fins do século XIX até meados do século XX. Estes discursos – que destacavam mais as dimensões ambientais e sociais e menos as laborais – coexistiram, complementaram e competiram entre eles. Foi somente no segundo quartel do século XX, quando a tuberculose passou a ser mais fortemente associada com doenças ocupacionais. Esse reconhecimento, entretanto, não resultou na legislação, mas na jurisprudência produzida por casos particulares. O trabalho pioneiro de Alfredo Palacios La Fatiga e suas projeções sociais (1923) foi a referência recorrente nesse processo lento e fragmentado de reconhecimento da tuberculose como uma doença do mundo do trabalho.
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Armus, D. (2016). Excesos, fatiga laboral y enfermedad. Buenos Aires, 1880-1950. Mundos Do Trabalho, 7(13), 11. https://doi.org/10.5007/1984-9222.2015v7n13p11
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