Abstract
O presente artigo buscou: 1) descrever e comparar: a) a qualidade do vínculo entre o bebê-mãe e bebê-educadora, aos nove e doze meses de vida; b) a percepção do temperamento do bebê pelas mães e educadoras e, 2) correlacionar os indicadores de vinculação com os escores obtidos nas escalas de temperamento. Participaram nove bebês e suas respectivas mães e duas educadoras que responderam a escala de temperamento e foram filmadas individualmente com os respectivos bebês, aos nove e doze meses. Os resultados indicaram a presença de vinculação primária com a mãe e secundária com a educadora, ambas satisfatórias. Não houve correlações entre temperamento e comportamentos interativos na interação mãe-bebê, mas foram observadas entre educadora-bebê. Embora o vínculo mãe-bebê seja mais forte, a qualidade estabelecida com as educadoras sugere que a transição para a educação infantil pode ser positiva.This paper aims: 1) to describe and to compare: a) the quality of the bond between a baby-mother and a baby-educator, at nine and twelve months old; b) the perception of the babies’ temperament by mothers and by educators and, 2) c) to correlate the bonding indicators with scores in temperament scales. Participated nine babies, their mothers and two teachers. Mothers and educators answered the temperament scale and were filmed individually with their respective babies, at nine and twelve months. The results indicated the presence of a primary bond with the mother and a secondary bond with the educator, both satisfactory. There were negative correlations between the baby’s difficult temperament and maternal interactive behaviors. Although the mother-baby bond is stronger, the quality established with the educators suggests that the transition to early childhood education can be positive.El presente artículo buscó: 1) describir y comparar: la calidad del vínculo entre el bebé y su madre y su educadora, a los nueve y doce meses de vida; b) la percepción del temperamento del bebé según las madres y según las educadoras y, c) correlacionar las categorías de conductas de vinculación a los resultados obtenidos en las escalas de temperamento. Participaron nueve bebés y sus respectivas madres y dos educadores. Madres y educadores respondieron a la escala de temperamento y fueron filmadas individualmente con sus respectivos bebés, a los nueve y doce meses. Los resultados indicaron la presencia de vinculación primaria con la madre y secundaria con la educadora, ambas satisfactorias. Hubo orrelaciones negativas entre el temperamento difícil del bebé y los comportamientos interactivos maternos. Aunque el vínculo madre-bebé es más fuerte, la calidad establecida con los educadores sugiere que la transición a la educación de la primera infancia puede ser positiva.
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Pereira, V. A., Rodrigues, O. M. P. R., & Izidoro, I. R. (2020). Transição para educação infantil: estudo comparativo do processo de vinculação primária e secundária. Psico, 51(2), e34869. https://doi.org/10.15448/1980-8623.2020.2.34869
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