Atividades antioxidante e alelopática do extrato e frações obtidos de Rosmarinus officinalis

  • Araújo S
  • Pinto M
  • Silva N
  • et al.
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Abstract

A espécie Rosmarinus officinalis L. é conhecida popularmente como alecrim, sendo bastante utilizada na medicina popular. No presente estudo, o extrato etanólico e as frações obtidas de R. officinalis foram avaliados quanto as atividades antioxidante e alelopática e tiveram determinado o teor compostos fenólicos. O extrato etanólico e as frações apresentaram atividade antioxidante nas cinco concentrações testadas. Em relação aos valores de CE50, o extrato etanólico e as frações apresentaram resultados melhores que do BHT, composto de referência. Os valores de CE50 obtidos para o extrato etanólico e para as frações não puderam ser correlacionados diretamente com a quantidade de compostos fenólicos presentes nas amostras. Para a atividade alelopática, as amostras foram capazes de estimular, e também inibir o crescimento do hipocótilo e da radícula, observado em diferentes concentrações (50, 100 e 200 mg/mL). Para aradícula da cebola (Allium cepa), os melhores resultados foram obtidos para o extrato etanólico e as frações hexânica e diclorometano, que inibiram o crescimento em todas as concentrações, sendo que a fração diclorometano promoveu uma inibição maior que 80,0%, na concentração de 200 mg/mL. Em relação ao hipocótilo da cebola, os efeitos foram heterogêneos. Os resultados para o crescimento da radícula e do hipocótilo das sementes de alface (Lactuca sativa) mostraram que o efeito inibitório foi mais expressivo que o estimulatório, quando as sementes foram tratadas com o extrato etanólico e as frações. Em relação ao efeito inibitório, destacou-se a fração diclorometano com uma inibição de 100,0%, na concentração de 200 mg/mL. A inibição do hipocótilo foi mais expressiva do que a da radícula para as sementes de alface. O extrato etanólico e afração diclorometano tiveram ação inibitória em todas as concentrações testadas. Na busca por novos antioxidantes e aleloquímicos de origem natural, a espécie Rosmarinus officinalis pode ser uma boa candidata.

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Araújo, S. G., Pinto, M. E. A., Silva, N. L., Santos, F. J. L. dos, Castro, A. H. F., & Lima, L. A. R. dos S. (2013). Atividades antioxidante e alelopática do extrato e frações obtidos de Rosmarinus officinalis. BBR - Biochemistry and Biotechnology Reports, 2(1). https://doi.org/10.5433/2316-5200.2013v2n1p35

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