Abstract
A pandemia do coronavírus (COVID-19) tem alterado o cenário social, econômico e político nos últimos meses, causando impactos de várias ordens à vida das pessoas e das organizações. Com o crescente número de casos confirmados, a recomendação para evitar aglomerações e diminuir as chances de contágio levou muitas empresas a liberar seus funcionários para fazer home office. Neste contexto, avaliar o bem-estar subjetivo e a autonomia em home office em tempos de pandemia se reveste de importância. Com base nisto, o presente estudo tem como objetivo avaliar a relação entre a percepção de bem-estar subjetivo e autonomia de profissionais em home office. A pesquisa possui abordagem quantitativa e utilizou-se de técnicas uni, bi e multivariadas para a análise de dados gerados a partir de uma coleta com questionários. A amostra contou com 146 discentes de Ciências Contábeis de uma Universidade Comunitária do Sul do Brasil. Conclui-se que há percepção de prejuízos para o bem-estar subjetivo e a autonomia está sendo motivada principalmente por fatores extrínsecos. O estudo apresenta contribuições para o avanço do campo de estudos, inclusive com a demonstração da validação da escala de autonomia, inédita no Brasil, para a amostra investigada. Empiricamente, o estudo provoca reflexões sobre a necessidade de revisões e adequações da forma como as atividades laborais estão sendo conduzidas neste regime.
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Lizote, S. A., Teston, S. de F., Dos Santos Oliveira Régis, E., & De Souza Monteiro, W. L. (2021). TEMPOS DE PANDEMIA: BEM-ESTAR SUBJETIVO E AUTONOMIA EM HOME OFFICE. Revista Gestão Organizacional, 14(1), 248–268. https://doi.org/10.22277/rgo.v14i1.5735
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