Abstract
A questão da utilização de meios auxiliares de diagnóstico na psiquiatria é uma velha questão problemática, muito em razão da natureza do adoecer mental e da forma como ele tem vindo a ser conceptualizado. O avanço tecnológico recente, nomeadamente das técnicas de neuroimagem, vieram aumentar a esperança de se poder usar os conhecimentos advindos desses estudos na prática clínica psiquiátrica. Contudo, essa expectativa não se concretizou. Neste artigo, o autor analisa as possíveis razões que podem explicar essa falha da expectativa ao mesmo tempo que propõe as razões e a evidência que sustentam a utilização de uma outra tecnologia – o electroencefalograma quantitativo (qEEG) – na prática clínica psiquiátrica, utilizando diversos casos clínicos como ilustração das diferentes propostas do uso do qEEG na clínica.
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Teixeira, J. M. (2015). qEEG: Sua utilidade na prática clínica psiquiátrica. Revista Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, 1(1), 11–20. https://doi.org/10.51338/rppsm.2015.v1.i1.3
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