Abstract
Este trabalho analisou o desempenho de 31 fundos mútuos comportamentais atuantes nos EUA, Europa e Japão descritos em Santoni e Kelshiker (2010). Foram observados os desempenhos dos fundos e seus respectivos Benchmarks em quatro indicadores: Índice de Sharpe, Índice de Sortino, Medida Ômega e Medida de Desempenho Comportamental. O horizonte da análise foi de 10 anos (jan/04 a dez/14) dividido em intervalos de 6, 12, 36, 60 e 120 meses. A partir da consolidação dos indicadores os fundos foram ranqueados e classificados em três faixas de desempenho: superior, intermediário e inferior. No intervalo de 120 meses não houve, na média geral, diferença de desempenho significativa (a 5%) entre os fundos e os Benchmarks. A análise por intervalos indicou que o desempenho dos fundos em relação aos Benchmarks piora conforme aumenta o prazo de aplicação. Nos intervalos mais curtos (6 e 12 meses) não houve, na média, diferença de desempenho significativa enquanto nos prazos mais longos (36 e 60 meses) o desempenho médio dos fundos foi significativamente inferior aos Benchmarks. Na média de todos os intervalos o desempenho médio dos fundos foi significativamente inferior aos Benchmarks.
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Reis, R. C., Klotzle, M. C., Figueiredo Pinto, A. C., & Gomes, L. L. (2017). Fundos Comportamentais possuem Desempenho Superior? Uma Análise baseada em Evidências Internacionais. Brazilian Review of Finance, 14(4), 479–522. https://doi.org/10.12660/rbfin.v14n4.2016.59337
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