Abstract
Como uma forma de pesquisa narrativa, autoetnografía enfatiza a parte mais pessoal do processo de investigação. Neste artigo, a história autoetnografica é usada para refletir sobre o trabalho de campo de um estudo etnográfico anterior realizado no pavilhão desportivo de uma prisão espanhola de segurança máxima. Os dados recolhidos nesse momento são re-analisados para fazer crítica explícita das decisões tomadas. Assim, eles revelam os dilemas éticos enfrentados, as relações sociais complexas que surgem durante o processo de pesquisa e a falibilidade das decisões tomadas.
Cite
CITATION STYLE
Martos-García, D., & Devís-Devís, J. (2017). “VER, OÍR, CALLAR Y… ABURRIRSE” EN EL TRABAJO DE CAMPO DE UNA PRISIÓN: UN RELATO AUTOETNOGRÁFICO. Movimento (ESEFID/UFRGS), 23(1), 53. https://doi.org/10.22456/1982-8918.71274
Register to see more suggestions
Mendeley helps you to discover research relevant for your work.