Abstract
[Introduction:] Urban fragmentation resulting from Tunja’s Bicentennial Project (Colombia) raises socio-environmental and psychological effects that Latin-American scholarship has only partially addressed. [Objective:] To analyse how this fragmentation affects residents’ psychological health and urban sustainability, while providing a framework that other intermediate Latin-American cities can replicate. [Methodology:] A mixed-methods design was used: 120 stratified surveys and 12 semi-structured interviews with residents and shopkeepers; GIS mapping in QGIS to detect physical barriers and changes in accessibility; and quantitative–qualitative triangulation to validate findings (α = 0.84). [Results:] Seventy-five per cent of participants report negative impacts on daily activities. Geospatial indicators show a 32 % drop in inter-neighborhood connectivity and a 4 m² per-capita shortfall in public-space provision. These conditions correlate with a 28 % rise in perceived insecurity and 62 % overall urban dissatisfaction. [Discussion:] Comparing these findings with spatial-justice theory and case studies from Santiago, Mexico City and Recife reveals that interventions lacking an ecosystemic lens deepen socio-spatial inequality in intermediate Latin-American cities. [Conclusions:] As implemented, the works reinforce fragmentation and generate adverse psychological externalities. Three action lines are proposed: (1) green corridors to restore ecological connectivity and serve as a model for community-based coastal restoration elsewhere in the region; (2) mandatory psycho-environmental indicators in building permits; and (3) participatory governance to redirect future urban projects. These contributions offer a transferable framework for cities facing uncontrolled expansion and environmental degradation.[Introducción]: La fragmentación urbana derivada del Proyecto Bicentenario de Tunja (Colombia) plantea efectos socioambientales y psicológicos que la literatura latinoamericana aún explora de forma incipiente. [Objetivo]: Analizar el impacto de dicha fragmentación sobre la salud psicológica de la población y la sostenibilidad urbana, al aportar un marco replicable para otras ciudades intermedias de la región. [Metodología]: Se empleó un diseño mixto: 120 encuestas estratificadas y 12 entrevistas semiestructuradas a residentes y comerciantes; análisis cartográfico con QGIS para detectar barreras físicas y variaciones de accesibilidad y triangulación cuantitativo-cualitativa para validar resultados (α = 0.84). [Resultados]: El 75 % de las personas participantes percibe afectaciones negativas en su actividad diaria. Los indicadores geoespaciales registran una caída del 32 % en la conectividad interbarrial y un déficit de 4 m² de espacio público per cápita. Estas condiciones se asocian con un aumento del 28 % en la percepción de inseguridad y con un 62 % de insatisfacción urbana. [Discusión]: Al contrastar los hallazgos con la teoría de justicia espacial y estudios de Santiago, Ciudad de México y Recife, se evidencia que las intervenciones sin enfoque ecosistémico profundizan la desigualdad socioespacial en ciudades latinoamericanas intermedias. [Conclusiones]: Las obras, tal como fueron concebidas, refuerzan la fragmentación y generan externalidades psicológicas adversas. Se proponen tres líneas de acción: (1) corredores verdes que restauren la conectividad ecológica y sirvan de referencia para procesos de restauración costera comunitaria en la región; (2) incorporación de indicadores psicoambientales obligatorios en licencias de obra; y (3) gobernanza participativa para reorientar futuros proyectos urbanos. Estos aportes ofrecen un marco transferible a otras urbes que enfrentan expansión descontrolada y degradación ambiental.[Introdução]: A fragmentação urbana resultante do Projeto Bicentenário em Tunja (Colômbia) acarreta impactos socioambientais e psicológicos que a literatura latino-americana ainda explora de forma limitada. [Objetivo]: Analisar o impacto dessa fragmentação na saúde psicológica da população e na sustentabilidade urbana, fornecendo um modelo replicável para outras cidades de porte médio na região. [Metodologia]: Foi utilizada uma metodologia mista: 120 questionários estratificados e 12 entrevistas semiestruturadas com moradores e comerciantes; análise cartográfica com o QGIS para detectar barreiras físicas e variações na acessibilidade; e triangulação quantitativa-qualitativa para validar os resultados (α = 0,84). [Resultados]: 75% dos participantes percebem impactos negativos em suas atividades diárias. Os indicadores geoespaciais mostram uma redução de 32% na conectividade entre bairros e um déficit de 4 m² de espaço público per capita. Essas condições estão associadas a um aumento de 28% na percepção de insegurança e de 62% na insatisfação urbana. [Discussão]: Ao comparar esses resultados com a teoria da justiça espacial e com estudos de Santiago, Cidade do México e Recife, torna-se evidente que intervenções que carecem de uma abordagem ecossistêmica aprofundam a desigualdade socioespacial em cidades de porte médio na América Latina. [Conclusões]: Os projetos, tal como concebidos, reforçam a fragmentação e geram externalidades psicológicas adversas. Três linhas de ação são propostas: (1) corredores verdes que restaurem a conectividade ecológica e sirvam de referência para processos de restauração costeira baseados na comunidade na região; (2) a incorporação de indicadores psicoambientais obrigatórios em alvarás de construção; e (3) governança participativa para reorientar futuros projetos urbanos. Essas contribuições oferecem uma estrutura transferível para outras cidades que enfrentam expansão descontrolada e degradação ambiental.
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Calixto Morales, R. D. (2026). Fragmentación urbana y su impacto psicológico: análisis crítico del Proyecto Bicentenario en Tunja, Colombia. Revista de Ciencias Ambientales, 60(1), 1–23. https://doi.org/10.15359/rca.60-1.3
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