Abstract
O estudo investiga, no decorrer do período de 1995 a 2012, a volatilidade dos fluxos de capitais e seus determinantes no Brasil. Como método, utilizaram-se modelos Autorregressivos com Heteroscedasticidade Condicional (GARCH), e, em seguida, foram desenvolvidas regressões li- neares para investigar os determinantes da volatilidade dos fluxos de capitais. Os resultados dos modelos GARCH indicam que Investimentos em carteira e outros investimentos estrangeiros são mais voláteis do que o investimento direto estrangeiro, com a volatilidade crescendo a partir de 2004 e apresentando picos em períodos de crise. Os principais determinantes para a volatilidade do investimento externo direto (IED) foram a volatilidade defasada, a qualidade institucional, a variação no mercado acionário norte-americano e a crise financeira. Para a volatilidade do investimento estrangeiro em carteira (IEC), o principal determinante foi a qualidade institucional. Para a volatilidade de outros investimentos estrangeiros (OIE), os principais determinantes foram a própria volatilidade defasada e o crescimento do produto interno bruto (PIB). Finalmente, a volatilidade do Investimento Externo em ações mostra-se mais alta nos períodos de crise.
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Carvalho, L. F., Vieira, F. V., Ribeiro, K. C. D. S., & Borges, W. G. (2017). Determinantes da volatilidade dos investimentos estrangeiros no Brasil. BASE - Revista de Administração e Contabilidade Da Unisinos, 14(2). https://doi.org/10.4013/base.2017.142.04
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