Abstract
No mundo moderno, em que se concebe o trabalho como uma das formas de realização da personalidade humana, a seleção de pessoal desempenha um papel de grande importância e, graças a ela, vêm sendo eliminadas algumas das principais causas do desajustamento profissional e suas graves consequências para o indivíduo, a família e a comunidade. Nos seus primórdios, a racionalização do trabalho era tarefa exclusiva do engenheiro, de cuja prancheta saíam máquinas cada Vez mais aperfeiçoadas, ou do químico que em suas retortas apurava a matéria-prima para dar-lhe características sempre melhores. A ideia de que os problemas da produção poderiam ser solucionados apenas com a melhoria dos equipamentos, dos processos de execução e dos materiais não tardou, porém, a revelar a sua inconsistência. Havia um outro fator a exigir cuidados e atenções especiais: a pessoa humana. A constatação desse fato marcou o início de uma nova fase no movimento de racionalização, trazendo para este a contribuição efetiva dos psicólogos, dos médicos e dos educadores. A verdadeira e mais atual filosofia da racionalização do trabalho está contida, por inteiro, nestas palavras de Leon Walther.
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Lopes, T. de vilanova M. (2017). Seleção de Pessoal. Revista Do Serviço Público, 94(2), 44–54. https://doi.org/10.21874/rsp.v0i2.3014
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