Abstract
Os conceitos de sustentabilidade e gestão da zona costeira exigem reflexão sobre uma série de aspectos socioeconômicos e ambientais. Esses ambientes estão sobre constante pressão, contexto que gera conflitos e antagonismos exigindo gerenciamento integrado para efetivação de um plano de desenvolvimento mais sustentável. Para tanto, uma estratégia adotada é a delimitação de áreas protegidas, cujo conceito é antigo (ex. na Pérsia e Mesopotâmia). Essas áreas nasceram para preservação da natureza em sentido amplo, abrangendo hoje temas diversos e estabelece limites e dinâmicas de uso e ocupação, podendo ser considerada como uma estratégia de planejamento e controle do território. O trabalho tem como foco a discussão sobre a gestão em áreas de preservação, utilizando como exemplos práticos as UCs do Parque Nacional da Lagoa do Peixe (Tavares-Mostardas) e do Parque Natural Municipal Tupancy (Arroio do Sal), ambas no litoral do RS. O conceito de gestão é encarado de forma ampla, envolvendo arcabouço legal e conceitual brasileiro, ferramentas de gestão e integração, a gestão das unidades em si e os conflitos decorrentes do processo – principalmente relacionados à agropecuária, pescadores, pressão imobiliária, atividade turística, além de legislação e competências.
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Flores, S. S., Gruber, N. L. S., & Medeiros, R. M. V. (2009). Gestão E Conflitos Em Unidades De Conservação: Gestão Estratégica E Operacional Para Preservação Ambiental. Para Onde!?, 3(2). https://doi.org/10.22456/1982-0003.22098
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