Abstract
O artigo busca identificar os significados atribuídos às greves dos trabalhadores durante o segundo governo de Getúlio Vargas. Trazendo para reflexão fontes pouco investigadas pela historiografia, o estudo objetiva caracterizar os aspectos da política trabalhista com seus referentes institucionais – atualizada nos anos 1950 – que darão suporte às concepções sobre as greves como um “antidireito”.
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Alves, J. M. (2015). Trabalho e trabalhadores no segundo governo Vargas: as greves como um “antidireito” (1951-1954). Revista de História, (172), 367. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.2015.98753
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