Abstract
Jesper Juul argumentou, convincentemente, que o conflito sobre o objeto adequado de estudo deslocou-se das "regras ou história" para o "jogador ou jogo". Mas um componente-chave dos jogos digitais ainda está ausente em qualquer uma dessas oposições: a do próprio computador. Este artigo oferece um modo de se pensar acerca da fenomenologia do videogame a partir da perspectiva do computador, e não do jogo ou do jogador.
Cite
CITATION STYLE
APA
Bogost, I. (2018). A fenomenologia do videogame. Revista ECO-Pós, 21(2), 230. https://doi.org/10.29146/eco-pos.v21i2.20496
Register to see more suggestions
Mendeley helps you to discover research relevant for your work.
Already have an account? Sign in
Sign up for free