Abstract
O aumento da consciência da população sobre a questão da sustentabilidade trouxe uma visão sobre a preocupação ambiental e com isso alguns consumidores passaram a utilizar produtos cosméticos naturais, de forma que o extrativismo da matéria prima provoque mínimo ou nenhum impacto, por se tratar de fonte renovável, partindo disto as empresa priorizam como mão de obra a comunidade local, pelo fato de ter o conhecimento da região e o interesse em manter a floresta apta à produção, gerando um mercado econômico para estes produtos. A Amazônia é a maior produtora de matérias primas para este ramo, porém a região da Caatinga também possui potencial para os fitocosméticos, o que falta é um olhar empresarial e de pesquisa, para explorar a região e com isso contribuir para o alavanque econômico do bioma. Partindo deste cenário, o objetivo desta pesquisa foi de traçar um perfil do consumidor de fitocosméticos acerca do conhecimento das matérias primas utilizadas nos produtos. É constatado que a transmissão de conhecimento acontece através das gerações e que a Aloe vera foi a planta mais citada com os seus benefícios propagados. Foi comprovado através das respostas do questionário a afirmação de que esses consumidores possuem preocupação com o meio ambiente, com a saúde da pele, no uso do que é natural evitando reações tóxicas.
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Paiva, P. C. B., & Lucena, R. F. P. de. (2020). O uso dos extratos vegetais da Caatinga e da Amazônia para produção de fitocosméticos. Revista Brasileira de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, 7(15), 171–191. https://doi.org/10.21438/rbgas(2020)071513
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